Quando decidi escalar o Everest me deparei com a necessidade de optar por uma mudança drástica de vida, pelas incompatibilidades entre um emprego tradicional e uma expedição que exigiria uma imersão nas montanhas por um período de pelo menos 3 meses, ao longo de um ano. Sendo assim, escolhi abandonar, ou colocar em stand by, uma carreira de engenheiro, que poderia ser julgada, por “olhos convencionais”, como bem sucedida até então.

 

Neste momento a pergunta recorrente era:

“E o que farás depois?”

 

Sempre posterguei essa resposta, com a desculpa de querer estar totalmente focado e imerso naquele momento que estava acontecendo. Mas fui obrigado a confrontá-la no meu retorno.

Depois de observar do cume os picos mais altos do mundo, no caminho de volta, ainda na trilha, e depois no avião, tive a companhia constante das montanhas que compunham essa paisagem, e a cada passo dado tinha a certeza que era ali que queria estar. E foi aí que comecei a sonhar...

Já me imaginava subindo diversas outras montanhas, mas ao pisar em solo brasileiro, e voltar a rotina me deparei com minha nova realidade, financeira principalmente: ou me dedicaria integralmente ao montanhismo, ou precisava retomar a vida na engenharia. Foi aí que comecei a dar passos mais concretos no sentido da primeira opção: “Quero ser montanhista!”.

A partir de então precisava definir, qual seria o meu projeto, qual seria o objetivo que seria meu grande desafio e iria me mover no mundo do montanhismo.

O projeto que grande parte dos montanhistas, amadores ou de início de carreira, almejam é a escalada dos 7 Cumes, as montanhas mais altas de cada um dos continentes (África, América do Norte, América do Sul, Antártida, Ásia, Europa e Oceania). Projeto este que normalmente culmina com a escalada do Everest, a mais difícil e mais alta destas. Mas eu havia iniciado por ela, e queria me desafiar.

Mais do que isso, queria ousar, fazer diferente, pisar onde outros ainda não pisaram. Como do ponto mais alto do mundo havia me fascinado com as montanhas muito altas, o processo acabou sendo natural:

 

“Vou fazer o que nenhum brasileiro já fez, vou escalar as montanhas mais altas do mundo, todas que estão acima de 8.000 metros sobre o nível do mar.”

Quais são os CATORZE 8000+

 

   EVEREST

8.848 msnm

Nepal/China

Cume em 19 de maio de 2018

Idade no cume: 29 anos

19º Brasileiro

A História e um Feito Inédito: o 1º Brasileiro

 

É seleta a lista de montanhistas que cumpriram este feito, no mundo apenas 38 pessoas concluíram este projeto, e destes apenas um é sul americano e nenhum brasileiro.

Reinhold Messner, considerado até hoje o maior montanhista da história

Reinhold Messner, montanhista italiano, foi o primeiro a completá-lo, tendo escalado as 14 montanhas entre os anos de 1970 e 1986. O curioso, é que ele o fez sem o uso de oxigênio suplementar, o que torna a façanha ainda mais incrível.

Entre brasileiro temos dois montanhistas que iniciaram suas tentativas, mas estão com eles interrompidos:

Waldemar Niclevicz: 1º brasileiro a escalar o Monte Everest, em 1995, possui em seu currículo 7 das 14 montanhas, tendo sido a última delas há 10 anos (maio/2008). Atualmente está com 52 anos e focado em seu projeto de escalar todas as montanhas com mais de 4.000 msnm nos Alpes.

Cleonice Pacheco (Cleo Weidlich): possui em seu currículo, confirmadas, 6 das 14 montanhas. Além destas, afirma ter escalado outras 2 montanhas, não confirmadas por não ter apresentado comprovação de que chegou aos cumes. Sua última escalada foi em outubro/2012, e atualmente está com 54 anos.

Isto dá confiança de que, com um projeto estruturado, e com apoio dos patrocinadores e apoiadores, pode-se sim, ser o primeiro brasileiro a completar o projeto CATORZE 8000+.

Resumo

 

O quê

Escalar as quatorze montanhas com cume acima dos 8.000 msnm.

Onde

Cordilheiras do Himalaia e Karakoram, abrangendo os territórios de Nepal, China, Paquistão e índia.

Quando

Iniciado em 2018, com previsão de uma montanha por ano, estimando-se um período total de 15 anos.

Quem

Henrique Scalco Franke, 19º brasileiro a escalar o Monte Everest, Engenheiro Ambiental e Gerente de Projetos.

Por quê

Inédito entre brasileiros, é um projeto capaz de proporcionar um estilo de vida dedicado ao montanhismo.

Como

Associado a expedições internacionais, respeitando as boas práticas ambientais e de segurança, visando a integridade do montanhista e da imagem dos patrocinadores.

Quanto

Aproximadamente $30.000,00 (trinta mil dólares) por expedição.

13 expedições restantes = $390.000,00 (trezentos e noventa mil dólares) 

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CONTATOS

Henrique Scalco Franke 

+55 82 99999-5148  henriquefranke@versuseumesmo.com